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| Créditos imagem/ Instituto Aggeu Magalhães (IAM/Fiocruz Pernambuco) |
Curso gratuito da UNA-SUS e Fiocruz ensina novas tecnologias para controle do Aedes aegypti
Profissionais que atuam no controle vetorial já podem se inscrever no curso gratuito Introdução às tecnologias de controle vetorial de Aedes aegypti, oferecido pela UNA-SUS em parceria com a Fiocruz Pernambuco. A formação é a distância, tem 45 horas e recebe matrículas até 30 de junho de 2027. Para Agentes de Combate às Endemias e equipes de vigilância, o curso sobre tecnologias de controle apresenta ferramentas e métodos que podem apoiar o planejamento das ações no território.
A proposta vai além de apresentar novas técnicas: aborda como relacioná-las à vigilância, às características locais e à participação comunitária. O conteúdo pode ser útil para quem deseja ampliar o repertório profissional e refletir sobre como planejar, executar e acompanhar estratégias de prevenção e controle das arboviroses. A inscrição e os detalhes da oferta devem ser conferidos diretamente na página oficial.
Quem pode se inscrever e qual é o prazo
O público-alvo inclui Agentes de Combate às Endemias (ACE) e outros profissionais que atuam em ações de controle vetorial. A formação é oferecida na modalidade de ensino a distância, o que permite acompanhar os materiais pela internet e organizar os estudos de acordo com a rotina de trabalho.
De acordo com as informações divulgadas, a oferta de 2026 prevê 50 mil vagas, e as matrículas ficam abertas até 30 de junho de 2027. Antes de concluir a inscrição, leia as instruções disponíveis na plataforma, confirme os dados solicitados e verifique se está acessando a oferta correta.
O que você vai aprender no curso sobre tecnologias de controle
A formação está organizada em três módulos. Os temas incluem arboviroses urbanas, bioecologia do Aedes aegypti, vigilância entomológica, estratificação de risco, intervenções de controle vetorial, educação em saúde e engajamento comunitário. O conteúdo também aborda como planejar ações integradas e considerar as necessidades específicas de cada território.
Entre as tecnologias e estratégias apresentadas estão:
- 🦟 BRI-Aedes: Borrifação Intradomiciliar voltada ao controle do Aedes aegypti.
- 🥚 Ovitrampas: dispositivos usados para monitorar a presença e a distribuição do mosquito por meio da coleta de ovos.
- 🧪 EDL: Estações Disseminadoras de Larvicida.
- 🦠 Método Wolbachia: estratégia abordada no contexto das novas tecnologias de controle vetorial.
- ☢️ TIE: Técnica do Inseto Estéril por Irradiação.
Essas abordagens não devem ser entendidas como soluções isoladas ou automaticamente adequadas a todos os lugares. O curso sobre tecnologias de controle trata as estratégias em conjunto com a vigilância e o manejo integrado de vetores. A escolha e a aplicação de medidas devem considerar as orientações técnicas vigentes e as condições locais.
Como aproveitar o conteúdo na rotina de trabalho
Uma maneira prática de conectar o estudo à realidade do serviço é relacionar cada tema a uma etapa do trabalho: identificar a situação, analisar as informações disponíveis, planejar a intervenção e definir como acompanhar sua execução. Esse processo ajuda a tornar as decisões mais claras para a equipe e facilita o registro do que foi feito e dos pontos que precisam de atenção.
- 📊 Antes de planejar: reúna os registros e dados de vigilância disponíveis para compreender o cenário local.
- 🎯 Ao definir a ação: estabeleça o objetivo, o público ou a área prioritária e os critérios para acompanhar o trabalho.
- 🗣️ Na comunicação: explique a intervenção à comunidade em linguagem acessível e abra espaço para perguntas.
- 📝 Depois da execução: registre as atividades e observações relevantes para apoiar a avaliação e o planejamento seguinte.
Essas sugestões não substituem protocolos, atribuições profissionais nem orientações da gestão de saúde. Servem como apoio para aproveitar o aprendizado e organizar discussões em equipe. A formação também pode ajudar os profissionais a reconhecer quais informações ainda precisam ser levantadas antes de propor ou ajustar uma intervenção.
Materiais didáticos e formato das aulas
O curso utiliza vídeos, textos de apoio, infográficos, estudos de caso e situações-problema para aproximar os conteúdos das situações encontradas no trabalho. Os participantes também têm acesso a um e-book técnico e a uma cartilha com uma apresentação mais direta e prática das técnicas estudadas.
Para acompanhar a formação sem acumular módulos, reserve períodos regulares de estudo e anote dúvidas relacionadas ao conteúdo. Se fizer sentido para sua função, leve essas questões para a equipe ou para os espaços de educação permanente. O curso sobre tecnologias de controle pode ser uma oportunidade de atualizar conhecimentos e discutir como integrar vigilância, planejamento e atuação comunitária.
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| Foto: Divulgação/se_unasus/ |
Existe edital para esta oferta?
As informações fornecidas sobre o curso indicam uma página oficial de inscrição, mas não apresentam um edital separado. Por isso, consulte o portal da UNA-SUS para verificar se há documentos complementares, critérios específicos ou comunicados atualizados sobre a oferta.
Consultar página oficial e inscrição
Informações principais sobre a formação
- 🦟 Curso: Introdução às tecnologias de controle vetorial de Aedes aegypti.
- 🏛️ Instituições: UNA-SUS e Fiocruz Pernambuco, em iniciativa do Ministério da Saúde.
- ⏱️ Carga horária: 45 horas.
- 💻 Modalidade: ensino a distância (EaD).
- 👥 Público-alvo: Agentes de Combate às Endemias e outros profissionais que atuam no controle vetorial.
- 📅 Prazo para matrícula: até 30 de junho de 2027.
- Inscrição: página oficial da UNA-SUS.
Perguntas frequentes
O curso é gratuito? Sim. A oferta é informada como gratuita.
Preciso assistir às aulas presencialmente? Não. O curso é oferecido a distância.
Qual é a carga horária? A formação tem 45 horas.
Até quando posso me inscrever? O prazo informado é 30 de junho de 2027. Confirme a data na página oficial antes de concluir a matrícula.
O curso é voltado apenas para ACE? O público prioritário inclui Agentes de Combate às Endemias e outros profissionais que atuam nas ações de controle vetorial.
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