MDS abre 8 mil vagas em curso gratuito de Agricultura Urbana 2026.

Créditos Imagem/Assessoria de Comunicação – MDS

Curso on-line e gratuito de Agricultura Urbana e Periurbana: inscrições abertas para 2026

Você gostaria de aprender como a agricultura pode transformar espaços urbanos, incentivar uma alimentação mais saudável e fortalecer comunidades? O Curso on-line e gratuito de Agricultura Urbana e Periurbana (AUP) é uma oportunidade para ampliar conhecimentos sobre segurança alimentar, sustentabilidade e políticas públicas, com aplicação em projetos sociais e comunitários.

A formação “Agricultura Urbana e Periurbana – Promovendo Segurança Alimentar e Nutricional no Contexto dos Serviços de Saúde e Assistência Social” integra a turma AGRIUP do quarto trimestre de 2026. O curso tem carga horária de 30 horas, disponibiliza até 8 mil vagas e é destinado a qualquer pessoa interessada que possua cadastro no portal de educação a distância.

As inscrições começaram em outubro e têm encerramento previsto para dezembro. Se você trabalha com saúde, assistência social, educação, projetos socioambientais ou simplesmente deseja conhecer novas possibilidades de cultivo nas cidades, vale conferir os detalhes e verificar os requisitos diretamente na plataforma oficial.

Informações principais: curso on-line, gratuito, com 30 horas de carga horária e até 8.000 vagas. A turma está prevista para terminar em 31 de dezembro de 2026.

ACESSAR INSCRIÇÃO OFICIAL

O que é Agricultura Urbana e Periurbana?

A Agricultura Urbana e Periurbana consiste no desenvolvimento de atividades de cultivo e produção de alimentos dentro das cidades ou em áreas próximas. Essa prática pode ser realizada em quintais, hortas comunitárias, escolas, terrenos apropriados e espaços institucionais, desde que existam condições adequadas para o plantio.

Além da produção de hortaliças, temperos e outros alimentos, essas iniciativas podem promover educação ambiental, convivência social e aproveitamento responsável dos espaços disponíveis. Em determinadas comunidades, uma horta coletiva também pode funcionar como ponto de encontro, aprendizagem e participação cidadã.

O potencial da AUP vai além da colheita. Quando associada a ações educativas e políticas públicas, ela pode contribuir para a segurança alimentar e nutricional, estimulando o acesso a alimentos frescos e a compreensão sobre a origem daquilo que chega à mesa. É importante, contudo, considerar fatores como qualidade do solo, disponibilidade de água, manutenção e organização dos participantes.

O que você vai aprender no curso on-line e gratuito?

O Curso on-line e gratuito apresenta os fundamentos da Agricultura Urbana e Periurbana e sua relação com os serviços públicos de saúde e assistência social. A proposta é mostrar como projetos de cultivo podem integrar ações de cuidado, proteção social, educação e fortalecimento dos territórios.

De acordo com a ementa informada, os principais assuntos incluem:

  • Conceitos fundamentais e modelos de implementação da Agricultura Urbana e Periurbana.
  • Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) e Direito Humano à Alimentação Adequada e Saudável (DHAA).
  • Marcos legais e políticas públicas relacionadas à agricultura urbana.
  • Articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS), o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN).
  • Potencialidades pedagógicas, terapêuticas, ambientais, sociais, econômicas e culturais das iniciativas de cultivo.
  • Planejamento de ações intersetoriais para desenvolver projetos sustentáveis nos territórios.

Esses conhecimentos podem ajudar os participantes a identificar oportunidades de atuação, construir parcerias e compreender quais condições são necessárias para transformar uma ideia em um projeto viável. A formação também permite refletir sobre o papel das comunidades na construção de ambientes mais sustentáveis e inclusivos.

Como a agricultura urbana pode contribuir para a segurança alimentar?

O acesso a alimentos adequados e saudáveis é um desafio que envolve renda, disponibilidade, qualidade e condições de acesso. Nesse contexto, a agricultura urbana pode complementar outras estratégias de promoção da alimentação saudável, aproximando moradores do cultivo e incentivando iniciativas locais.

Uma horta comunitária, por exemplo, pode ser organizada por moradores com apoio de instituições locais. O grupo pode escolher espécies adequadas ao clima, estabelecer uma rotina de irrigação e definir como a produção será utilizada. Dependendo dos objetivos e das regras do projeto, os alimentos podem ser destinados ao consumo dos participantes ou integrados a atividades educativas.

É importante lembrar que o cultivo comunitário não substitui políticas públicas de combate à fome e à pobreza. Seu valor está na possibilidade de complementar essas ações, estimular a participação social e criar oportunidades de aprendizagem. Para que os resultados sejam duradouros, o planejamento deve incluir recursos, manutenção, responsabilidades definidas e acompanhamento das atividades.

Quem pode participar da formação?

A turma é livre e está disponível para pessoas interessadas que tenham cadastro no portal. O conteúdo pode ser especialmente útil para profissionais que já desenvolvem ações comunitárias ou pretendem incorporar a agricultura urbana ao seu trabalho.

  • Profissionais da saúde: interessados em educação alimentar e iniciativas de promoção da saúde.
  • Trabalhadores da assistência social: que atuam com famílias, grupos e fortalecimento de vínculos comunitários.
  • Gestores e técnicos: envolvidos em políticas públicas, segurança alimentar e desenvolvimento territorial.
  • Organizações da sociedade civil: que realizam projetos socioambientais ou comunitários.
  • Educadores e cidadãos: interessados em hortas, sustentabilidade e participação social.

Não é necessário presumir que todos os participantes já tenham experiência com plantio. A proposta da formação é apresentar conceitos e possibilidades de aplicação. Antes de se inscrever, consulte as orientações oficiais para verificar os requisitos de acesso e as condições de participação.

Como fazer a inscrição no curso de Agricultura Urbana e Periurbana?

O pedido de inscrição deve ser realizado pela plataforma oficial de educação a distância do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Acesse o endereço da turma, confira as informações disponíveis e siga as instruções apresentadas pelo portal.

Confira os dados da formação:

  • Curso: Agricultura Urbana e Periurbana – Promovendo Segurança Alimentar e Nutricional no Contexto dos Serviços de Saúde e Assistência Social.
  • Identificação da turma: AGRIUP – 4º Trimestre de 2026.
  • Modalidade: on-line.
  • Valor: gratuito.
  • Carga horária: 30 horas.
  • Limite informado: 8.000 vagas.
  • Encerramento previsto das inscrições: 15 de dezembro de 2026, conforme a descrição da turma.
  • Encerramento da turma: 31 de dezembro de 2026.
Atenção ao prazo de inscrição: as informações fornecidas apresentam uma divergência. A descrição da turma indica 15/12/2026, enquanto outro campo informa 16/12/2026. Para evitar perder a oportunidade, considere 15 de dezembro como prazo-limite e confirme a data diretamente no portal oficial.

FAZER INSCRIÇÃO

CONSULTAR INFORMAÇÕES OFICIAIS

Antes de iniciar, confira também as orientações sobre acesso à plataforma, atividades obrigatórias e conclusão. Como a turma termina em 31 de dezembro, organizar o tempo de estudo desde o início pode ajudar a acompanhar as 30 horas de formação dentro do período disponível.

Como aplicar os conhecimentos em uma horta comunitária?

Depois de conhecer os fundamentos da AUP, o próximo passo pode ser avaliar como eles se aplicam à realidade local. Não é necessário começar com uma grande área de cultivo. Um projeto-piloto, planejado de acordo com os recursos disponíveis, pode ajudar a identificar dificuldades antes de ampliar a iniciativa.

  • Escolha um espaço adequado: verifique a incidência de luz solar, o acesso à água e as condições de segurança.
  • Avalie o solo: investigue possíveis fontes de contaminação antes de cultivar alimentos.
  • Defina o objetivo: estabeleça se a iniciativa terá finalidade educativa, comunitária, produtiva ou uma combinação dessas possibilidades.
  • Organize os participantes: distribua tarefas de irrigação, manutenção, limpeza e acompanhamento.
  • Busque parcerias: converse com instituições, organizações comunitárias e profissionais que possam contribuir.
  • Acompanhe os resultados: registre a participação, o desenvolvimento das plantas, os custos e os aprendizados.

Outro cuidado importante é verificar as regras de utilização do terreno, principalmente quando o espaço é público ou pertence a uma instituição. A procedência da água e a adequação do local também precisam ser consideradas para proteger a saúde dos participantes e garantir a segurança dos alimentos produzidos.

Foto: Divulgação/mdsgovbr

Por que essa capacitação pode fazer a diferença?

O Curso on-line e gratuito oferece uma oportunidade de aprofundar conhecimentos sobre agricultura urbana, segurança alimentar e atuação intersetorial. Para quem trabalha com políticas públicas, a formação pode ampliar a compreensão sobre possibilidades de integração entre serviços e iniciativas territoriais. Para os demais participantes, pode representar um ponto de partida para conhecer práticas de cultivo e formas de colaboração comunitária.

O resultado de qualquer iniciativa dependerá do planejamento, dos recursos disponíveis e da participação das pessoas envolvidas. Ainda assim, projetos bem organizados podem estimular a educação ambiental, fortalecer vínculos e contribuir para uma relação mais consciente com a alimentação.

Se você deseja atuar nessa área, confira a página oficial, verifique os prazos e avalie como os conhecimentos adquiridos poderão ser aplicados em sua comunidade.

Participe da conversa

Você já participou de uma horta comunitária ou conhece algum projeto de agricultura urbana em sua cidade? Acredita que iniciativas desse tipo podem contribuir para melhorar o acesso a alimentos saudáveis e fortalecer os vínculos entre moradores?

Deixe seu comentário! Compartilhe sua experiência, suas dúvidas ou uma ideia de projeto que gostaria de desenvolver. Sua participação pode inspirar outras pessoas interessadas em sustentabilidade e segurança alimentar.

Perguntas frequentes sobre o curso

O curso de Agricultura Urbana e Periurbana é gratuito?

Sim. De acordo com as informações da turma AGRIUP – 4º Trimestre de 2026, a formação é gratuita e realizada on-line.

Qual é a duração do curso?

A carga horária informada é de 30 horas. A turma tem encerramento previsto para 31 de dezembro de 2026.

Quem pode solicitar inscrição?

Qualquer pessoa interessada que tenha cadastro no portal de educação a distância pode consultar as condições e solicitar inscrição, conforme as regras da turma.

Até quando posso me inscrever?

A descrição da turma informa 15 de dezembro de 2026, mas outro campo apresenta 16 de dezembro. Consulte a página oficial e considere a data mais antecipada para se organizar.

O curso oferece certificado?

As informações fornecidas não confirmam as condições de certificação. Consulte o portal oficial para verificar se há certificado e quais requisitos são necessários para obtê-lo.

Onde encontro o edital ou as orientações da turma?

O endereço oficial disponibilizado para esta formação é a página da turma AGRIUP no Portal Capacita MDS. Consulte esse endereço para verificar os documentos e as orientações publicados pela organização.

0 Comentários

Postar um comentário