Suspeito de matar sargento da PM é preso com arma e drogas no Ceará

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Sargento PM Nilton Cezar Vieira Lopes estava na corporação da Polícia Militar do Ceará desde 2003 — Foto: Arquivo pessoal

O sargento Nilton Cezar Vieira Lopes, 43 anos, foi morto a tiros ao reagir a uma tentativa de assalto no Bairro Jangurussu, em Fortaleza, em junho de 2020.

Um homem de 27 anos suspeito de matar um sargento da Polícia Militar que voltava de uma operação foi preso nesta segunda-feira (9), com arma e drogas, em uma casa no Bairro Jardim Bandeirantes, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza. 

O crime ocorreu em junho de 2020. Na ocasião, o sargento Nilton Cezar Vieira Lopes, 43 anos, foi morto a tiros ao reagir a uma tentativa de assalto no Bairro Jangurussu, em Fortaleza. O agente voltava do trabalho e estava a caminho de casa quando foi atacado pelos suspeitos.

Conforme a Polícia Civil, Williamy Oliveira Souza estava com um mandado de prisão preventiva em aberto pelo crime investigado pela 11ª Delegacia do Departamento de Homicídios.

Durante a captura, ele foi localizado com uma pistola, pequenas porções de cocaína e maconha, e munição. Após a prisão, Williamy foi levado para a sede da Divisão de Homicídios, onde o mandado contra ele foi cumprido.

Ainda na unidade especializada, o suspeito foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo e resistência. Outros dois suspeitos do crime já se encontram presos em uma unidade prisional.

Um vídeo de câmera de segurança chegou a registrar o momento em que o sargento Nilton Cezar abandona a moto em que estava e tenta fugir.

Ele correu para um matagal para pedir ajuda por meio de uma ligação telefônica, mas foi perseguido e executado no local. À época, a Polícia Militar informou que o sargento voltava para casa vindo de uma operação policial por volta de 3 horas da manhã, quando foi abordado pelos assaltantes.

Aparelho celular do PM foi encontrado tocando com identificação de "amor" no visor. Segundo familiares, era a esposa da vítima ligando — Foto: Arquivo pessoal

No matagal onde o PM tentou se abrigar para pedir ajuda, estava um aparelho celular tocando com a identificação de "amor" no visor. Segundo um amigo da família, tratava-se da mulher do sargento, tentando falar com o marido, uma vez que ele ainda não havia chegado em casa.

Por g1 CE

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