“Orelha” morto a tiros em Crato com casa invadida seis anos após matar um a golpes de facão

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Respondia dois procedimentos por crimes de tráfico de drogas, outros dois por lesões corporais e outro por homicídio (Foto: Reprodução)

Ele respondia dois procedimentos por crimes de tráfico de drogas, outros dois por lesões corporais e outro por homicídio.

Uma semana depois e novo homicídio foi registrado em Crato se constituindo no segundo do mês de abril e o nono do ano no município. Por volta das 23h30min desta sexta-feira o reciclador Rivaldo de Sousa Nascimento, de 26 anos, o “Orelha”, foi morto a tiros. Ele teve a sua casa, na Rua 9 Quadra V do Conjunto Madre Feitosa do Minha Casa Minha Vida (Vila São Bento) em Crato, invadida por algozes que já entraram atirando, sendo assassinado na sala do imóvel.

No local esteve uma patrulha da PM com o Sargento Orlando, o Cabo Helder e o Soldado Welington Lima, além dos inspetores da Polícia Civil Rairon e George e o Escrivão Bruno. “Orelha” respondia dois procedimentos por crimes de tráfico de drogas, outros dois por lesões corporais e outro por homicídio vitimando Cristiano Costa da Silva, de 28 anos, na madrugada do dia 9 de maio de 2016 o qual morreu momentos depois no Hospital Regional do Cariri em Juazeiro.

O crime aconteceu em sua casa na Rua Presidente Vargas (Bairro Muriti) e o servente de pedreiro estivera numa bebedeira no dia anterior com “Orelha” e outra pessoa apelidada por “Capilé” quando houve um desentendimento e este saiu ferido. Horas depois seguiram até à casa de Cristiano como se fora fazer as pazes e voltaram a beber juntos. Houve novo conflito e, dessa vez, “Orelha” atingiu o dono da casa com golpes de facão resultando na sua morte.

O último homicídio deste ano em Crato tinha acontecido na madrugada de sábado (16) quando o ex-presidiário João Batista da Silva Neto, de 45 anos, o “Vera Verão”, foi morto a tiros dentro de uma oficina para conserto de eletroeletrônicos pertencente ao irmão na Travessa Nova Olinda (Seminário) em Crato. A porta foi arrombada e os algozes invadiram o prédio passando a efetuar os disparos. Ele respondia procedimentos criminais, esteve preso durante cinco anos e conquistou uma semana antes de ser morto.

Reportagem de Demontier Tenório/Agência Miséria

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