Mulher diz que foi agredida por 9 vizinhos por acharem que ela havia denunciado som alto à polícia.

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Mulher foi agredida principalmente no rosto em Palmital — Foto: Assiscity/ reprodução

Caso ocorreu na região central da cidade na sexta-feira (15). Celia Maria de Sá, de 52 anos, recebeu socos, murros, tapas na região do maxilar, costela, pescoço, nuca, seios e cabeça; ninguém foi preso.

A moradora que foi brutalmente agredida por vizinhos em Palmital (SP) contou ao g1 que nove pessoas arrombaram o portão da sua casa e deferiram socos, murros e tapas por acharem que ela havia denunciado som alto à polícia.

Celia Maria de Sá, de 52 anos, explicou que os vizinhos faziam uma festa na sexta-feira (15), dia do ocorrido, desde a manhã. Por volta das 23h, a moradora disse que dormia, após ingerir o medicamento para tratamento da depressão, quando a dona da casa vizinha bateu no portão dela.

Em seguida, Celia lembra que se levantou, foi até à frente da casa e recebeu as agressões, principalmente na região do maxilar, costela, pescoço, nuca, seios e cabeça. Ainda segundo Celia, um dos vizinhos tentou asfixiá-la.

“Eles perguntavam se havia sido eu quem liguei para a polícia, mas eu afirmei que não foi. Eu tomo o medicamento, então para mim esse som nem interfere no sono. Quando fui para frente da casa, eles me jogaram no solo e começaram o espancamento”, lembra.

A vítima também relatou que os vizinhos só pararam com a agressão quando a mulher que mora com ela pediu que parassem, ao perceber que Celia já estava desacordada. A moradora foi encaminhada ao Pronto-Socorro (PS) pelo Serviço de Atendimento Móvel (Samu) e os agressores fugiram do local.

Vítima deve passar por exame de IML para avaliar a gravidade das agressões em Palmital — Foto: Assiscity/ reprodução

“Lembro que a mulher que mora comigo gritava ‘para que vocês estão matando ela’. Não consigo identificar os nomes”, lamenta.

Celia explicou que passou por atendimento no PS e fez exames de raio-X. No dia 20 de maio deve passar por exame de corpo de delito pelo Instituto Médico Legal (IML) de Assis (SP).

Segundo o delegado responsável pelo caso, Mateus Maciel César Silva, os agressores foram identificados e devem ser ouvidos na próxima semana. Ninguém foi preso.

Por g1 Bauru e Marília

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