Fisioterapeuta cearense abre loja de crepes em formato de pênis no Pirambu, em Fortaleza

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Legenda: A loja fica na Av. Presidente Castelo Branco, nº 2794, no bairro Pirambu, em Fortaleza  - Foto: Reprodução

Inspirada em festivais de culto ao pênis da Indonésia, a fisioterapeuta Glaucyelen Gomes Leite Ribeiro, de 27 anos, abriu uma loja de crepes com formato do órgão masculino, no Bairro Pirambu, em Fortaleza. A marca foi batizada de “Xibata 16 cm”.

“Escolhi esse nome porque, no Ceará, chibata pode significar outras coisas, como ‘peia’ ou chicote, além do pênis”, explica. 

O negócio inaugurou no último dia 2 de dezembro, após seis meses de planejamento. Nas redes sociais, já possuía mais de 5, 8 mil seguidores até a publicação desta matéria. 

Os crepes custam de R$ 10 a R$ 13, a depender do recheio e enfeites comestíveis adicionais. Todos têm o tamanho único de 16 cm.

Segundo a empreendedora, o valor ainda não traz lucros, mas será mantido até janeiro para que o público conheça o produto. Depois disso, será reajustado de acordo com os cálculos ainda não finalizados. 

IDEIA DA EMPRESA 

Glaucyelen relata ter visto que, em tradicionais festivais de ritual para aumentar a fertilidade, as pessoas carregavam esculturas de pênis e vaginas gigantes pelas ruas da Indonésia. 

“Eu já tinha vontade de abrir um empreendimento, mas queria algo que ninguém tinha”, conta, explicando que começou a pesquisar e viu um empreendimento semelhante de uma brasileira em Portugal. 

“Pesquisei muito e vi que essa é a primeira do Brasil”, frisa. Na Espanha, há também uma franquia de doces eróticos. Além do modelo de negócio, conta, ela considerou que o público cearense é bem-humorado e teria boa aceitação. 

“Não penso só em fazer algo rentável, penso em levar alegria, fazer as pessoas rirem. Por mais que seja apenas um doce, é algo que pode alegrar momentos”, diz. 

PLANOS

Segundo a fisioterapeuta, ela planeja fazer crepes em formatos de  vulva. No entanto, a máquina para produzir o crepe teve de ser importa da China e não há no Brasil. 

Por isso, o novo produto pode demorar a chegar. Quando ocorrer, será batizado de “xibio”. Ela também sonha abrir mais lojas por todo o País. 

MACHISMO E PRECONCEITO 

A jovem explica que ainda enfrenta muito preconceito e machismo, além da desconfiança da vizinhança. Dentre as situações, as dúvidas se ali era um loja de produtos eróticos, ter presenciado homens mais resistentes para comprar o doce para a namorada ou se recusarem a comê-lo em razão do formato. 

“Há um público conservador. Fui julgada no começo, as pessoas não sabia diferenciar a profissional e um pensamento visionária”, aponta.  “Mas, depois, entenderam se tratar de uma brincadeira, demorou um pouco, mas agora está pegando e dando certo”, conta. 

Fonte: Diário do Nordeste

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