Homem que furtou Banco Central em Fortaleza é preso por sequestro de gerente da Caixa em MG

Dinheiro encontrado em túnel usado no assalto ao Banco Central, em Fortaleza — Foto: Divulgação

'Véi Davi' é acusado por extorsão mediante sequestro e associação criminosa, referente a um sequestro de gerente e funcionário da Caixa Econômica Federal em 2003.

Um homem de 58 anos que fez furtou o Banco Central, no Centro de Fortaleza, em agosto de 2005, foi preso de forma preventiva na manhã desta terça-feira (26) por sequestrar um gerente em março de 2003. "Véi Davi" foi preso no Bairro de Fátima. O furto ao Banco Central aconteceu no dia 5 de agosto e subtraiu R$ 164 milhões.

A prisão preventiva foi determinada pela 2ª Vara Federal em Uberlância (MG). Ele é acusado de extorsão mediante sequestro e associação criminosa, referente a um sequestro de um gerente e funcionário da Caixa Econômica Federal, e em que foram feitos reféns os filhos do gerente do banco em Araguari (MG).

O homem preso pela Polícia Federal foi encaminhado ao sistema prisional e está à disposição da Justiça.

Ocultação de R$ 12 milhões

De acordo com a Polícia Federal, o preso ocultou do dinheiro furtado do Banco Central em uma residência no Bairro Mondubim, em Fortaleza. Na ocasião, “Véi Davi” foi encontrado na época com mais de R$ 12 milhões oriundos do furto ao Banco Central. O homem já foi encarcerado em penitenciárias de segurança máxima e condenado a 47 anos pelo crime.

Como foi o furto

Na madrugada de 5 para 6 de agosto de 2005, a quadrilha entrou no caixa-forte do Banco Central através de um túnel, levando mais de três toneladas em notas de R$ 50. Para retirar o dinheiro, o grupo passou por baixo de uma das mais movimentadas vias do Centro de Fortaleza, a Avenida Dom Manuel.

Túnel usado no assalto ao Banco Central, em Fortaleza.  — Foto: Divulgação

O túnel partia de uma casa alugada pela quadrilha. O crime só foi descoberto no início do expediente da segunda-feira, dia 8 de agosto.

Dos R$ 164,7 milhões furtados, a Polícia Federal estima que, no máximo, R$ 60 milhões foram recuperados, por meio da venda de bens dos participantes ou pelo resgate de quantias em espécie durante as investigações.

Por g1 CE

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