Quais as chances de o auxílio voltar para R$ 600 na 3º parcela?

(Imagem: Marcos Rocha/ FDR)

Após reunião de partidos de oposição, saiba como andam as discussões acerca de um novo reajuste do benefício a partir das próximas rodadas.

Criado em 2020, o auxílio emergencial pagava inicialmente aos beneficiários valores de R$ 600 ou R$ 1,2 mil, no caso de mães chefes de família. Porém, durante as quatro últimas parcelas do benefício, o governo federal reduziu a ajuda para R$ 300 ou R$ 600, dependendo do perfil socioeconômico.

Já a versão 2021 do programa conta com repasses entre R$ 150, R$ 250 e R$ 375. Em comparação aos pagamentos anteriores, os valores estão bem abaixo do que era aguardado. Isso tem gerado diversas discussões sobre um possível novo reajuste do benefício com parcelas de R$ 600.

Com o objetivo de unificar o discurso da esquerda em relação ao auxílio emergencial, partidos de oposição se reuniram para tratar do tema, que recebeu o nome de “Lutando pelo Auxílio Emergencial no valor de R$ 600“.

“Reunião muito unitária e com sintonia entre os partidos para combater a crise e defender o povo brasileiro”, declarou o presidente do PSOL, Juliano Medeiros, um dos que postaram imagens do encontro em suas redes sociais oficiais.

Apesar do debate, ainda não foi apresentada uma solução para o reajuste. A principal para barreira para que isso aconteça está diretamente ligada ao orçamento aprovado pela PEC Emergencial. Nela, estabelece-se o limite de R$ 44 bilhões fora do teto de gastos para o repasse das quatro parcelas do auxílio emergencial 2021.

Com isso, as chances de aumento do benefício até o momento são baixas. Por enquanto, o governo está focado em estender os pagamentos por mais dois meses ao invés de definir um novo limite de crédito para o programa.

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