Projeto de inovação em Barbalha deve garantir ganho de até 400% a produtores rurais

Produção de alface deve ser uma das apoiadas pelo projeto de Barbalha (Foto: Arquivo Governo do Ceará/Divulgação)

Centro de Tecnologia em Cultivo Protegido (CTCP) deve atender cultivo de frutas, vegetais folhosos, flores e criação de peixe e camarão

Ganhos econômicos de até 400% são esperados por produtores rurais a partir do desenvolvimento do Centro de Tecnologia em Cultivo Protegido (CTCP) de Barbalha, a 504 km de Fortaleza. O projeto conta com parceiros locais e internacionais e almeja ser um centro "irradiador desta tecnologia para outras regiões".

Nesta etapa, o CTCP deve atender demanda de produtores de frutas, vegetais folhosos, flores e criadores de peixe e camarão. Capitaneado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), o centro promete desenvolver técnicas de "melhor uso da água e solo; menor incidência de pragas e, portanto, menor consumo de pesticidas; proteção mais adequada contra mudanças climáticas; e, principalmente, itens com preços mais elevados para o produtor rural".

“Seremos o primeiro centro com essa estrutura na região nordeste do Brasil”, ressalta Silvio Carlos, secretário executivo do agronegócio da Sedet. De acordo com a pasta, "tal experiência já é aplicada com sucesso na Holanda, Israel e Espanha, entre outros países", inclusive no Ceará.

Parceiros

Mas para se tornar um centro de referência no assunto, a Sedet disse buscar excelência nos parceiros, que são a Universidade holandesa de Wageningem – principal referência no setor -, a Embrapa Tropical, sediada em Fortaleza, bem como especialistas da Unicamp e da própria UFC, além de Faec, Senar, BNB, BB, Mapa e Insa.

“A proposta do CTCP é o Ceará ser um centro de referência em cultivo para agricultura e pescados em cultivo protegido, adequando módulos às condições de cada região, promovendo eventos técnicos e pesquisas e elevando o valor agregado do agronegócio estadual. Inclusive, contando com a experiência já consolidada em outros países e centros de pesquisa”, projeta Maia Júnior.

Fonte: O Povo Online

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