Icasa recusa proposta de 15 milhões da CBF

Foto: Reprodução/Facebook

Em 2014 o Icasa acionou a CBF na justiça devido a entidade não ter permitido o Verdão do Cariri jogar a Série A do Campeonato Brasileiro. Na ocasião a diretoria icasiana identificou que o Figueirense havia colocado um jogador de forma irregular. Se houvesse a punição do clube catarinense, 4° colocado da Série B do Brasileiro de 2013, a vaga da Série A de 2014 era do Icasa, 5° colocado da Série B do ano anterior. Pouco tempo depois a própria CBF reconheceu o erro, mesmo assim o Icasa não atuou na elite do futebol nacional. De lá para cá o assunto virou uma novela. O Verdão acionou a entidade na justiça buscando ressarcimento financeiro alegando prejuízos por não ter jogado a Série A. Até agora em todas as instâncias a CBF foi derrotada e o valor estimado a ser pago ao Verdão do Cariri gira em torno de 55 milhões de reais.

Em conversa com o site Miséria, o presidente do Icasa, Francisco Leite Bezerra, também conhecido como França, disse que aguarda um posicionamento mais forte da CBF. França afirmou que a entidade tentou negociar e propôs pagar 15 milhões de reais, menos da metade do valor real, atualmente, e o clube não aceitou. “As dívidas do Icasa hoje estão em aproximadamente 15 milhões não teria nenhum sentido aceitarmos uma proposta dessas. O prazo para que haja um acordo é até o dia 15 de julho e espero que até lá tenhamos uma solução para essa questão”, disse o presidente.

O mandatário alviverde não quis definir o futuro do clube sobre participação na Taça Fares Lopes e permanência do diretor de futebol Kléber Lavor. “Só vamos participar da Fares Lopes se houver a presença de público ou tivermos patrocinadores suficientes para isso. Passamos dificuldades na 1ª divisão do estadual. Essa paralisação da competição devido ao Lockdown decretado pelo Governo do Estado só piorou as coisas para nós. O importante é que permanecemos. Era nosso principal objetivo”, disse. Sobre Kléber Lavor o presidente destacou que a decisão será do dirigente. “Quero que o Kléber continue. Ele teve Covid-19 e espero que em breve ele possa estar em Juazeiro. Só então poderemos conversar sobre as intenções dele ficar. Por mim, Kléber continua conosco”, finalizou.

Reportagem de Toni Sousa/Agência Miséria

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