Responsável por carro-bomba deixado ao lado da Assembleia do Ceará e um dos mais procurados do estado é preso em São Paulo

Paulo Diego da Silva Araújo já responde a nove procedimentos policiais pelos crimes de roubo, roubo de carga, crime contra a fé pública, direção criminosa, furto qualificado, estelionato, além de integrar organização criminosa. — Foto: Polícia Civil/Divulgação

'Dino' foi preso em uma residência na cidade de Salto, a 120 quilômetros da capital paulista.

Um dos homens mais procurados do Ceará e responsável por colocar um carro-bomba ao lado da Assembleia Legislativa, em Fortaleza, em 2016 foi preso, neste domingo (9), durante uma operação da Polícia Civil em Salto, a 120 km de São Paulo.

De acordo com o secretário da Segurança Pública do Ceará, Sandro Caron, Paulo Diego da Silva Araújo, o “Dino”, era a principal liderança de uma facção criminosa paulista instalada no Ceará e que a participação dele no possível atentado está comprovada.

"Confirmou essa sua participação. Ele tem o envolvimento naquele atentado ondes eles colocaram um veículo com explosivos próximo ao prédio. Isso prova o nível de audácia do envolvimento dele no crime", afirmou.

Ainda segundo o secretário, o motivo do atentado seria a votação de um projeto na Assembleia Legislativa.

“Isso se devia a um projeto que seria votado. E isso, então, mostra a audácia desses criminosos que tentaram praticar esse ato como forma de intimidação", disse.

O suspeito foi preso por policiais civis da Delegacia de Combate às Ações Criminosas Organizadas (Draco) da Polícia Civil do Ceará. No momento da abordagem, o homem tentou fugir, porém, foi contido pelos policiais civis. Com ele, foi apreendido um aparelho celular.

Extensa lista de crimes

Paulo Diego já responde a nove procedimentos policiais pelos crimes de roubo, roubo de carga, crime contra a fé pública, direção criminosa, furto qualificado, estelionato, além de integrar organização criminosa. Ele foi incluído na Lista de Recompensas da SSPDS em março deste ano. É considerado chefe de uma organização criminosa com atuação em Fortaleza. Além de atuar no narcotráfico e ser investigado po ataques a prédios públicos no Ceará. A recompensa por informações que levassem a localização do suspeito era de R$ 7 mil.

"Ele era a grande liderança. Ele tinha uma atuação de muitos anos no tráfico internacional de drogas. Ele integrava uma organização criminosa paulista que se instalou aqui no Estado. Além de ter antecedentes por roubo de carga dentre outros crimes”, afirmou Sandro Caron.

Por G1 CE

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