Hospital de Barbalha, no Ceará, pode ficar sem leitos de enfermaria para Covid-19 com fim de convênio com prefeitura

Hospital Maternidade São Vicente de Paulo, em Barbalha (Foto: Samuel Pinheiro/Revista Cariri)

Parceria vai terminar no próximo dia 15 de maio e prefeitura de Barbalha disse que não tem verba para renovar.

O Hospital São Vicente de Paulo, no Centro de Barbalha, pode ficar sem leitos de enfermaria para pacientes com Covid-19. Isso porque a prefeitura do município possui um convênio com a unidade e segundo a atual gestão faltam recursos financeiros para manter a parceria.

A prefeitura de Barbalha afirmou que aguarda um financiamento e busca parcerias tanto com o Governo do Estado como o Governo Federal. Objetivo é tentar receber esses recursos para manter a manutenção de leitos de enfermaria no hospital.

Hoje, a unidade conta com 30 leitos de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) para aqueles pacientes mais graves que são mantidos pelo Governo do Estado. Outros 40 leitos de enfermaria adulto são mantidos pela prefeitura e hospital por meio do convênio e mais 20 leitos de enfermaria para crianças.

De acordo com o vice-diretor do Hospital São Vicente, Shairon Alexandre, o sistema hospitalar da unidade colapsou e que a direção já fez reuniões com a prefeitura e não foi dado uma certeza de que poderia haver uma renovação.

“Hoje o sistema hospitalar do São Vicente ele colapsou. Hoje a nossa preocupação, nós temos uma contratação com município de Barbalha até o dia 15 e estamos muito preocupados, pois não houve uma sinalização de uma futura renovação. Nós tivemos uma reunião com prefeito municipal e a secretária da saúde e estaremos aguardando até quarta-feira próxima para uma definição da renovação tanto dos leitos clínicos como na unidade sentinela”, afirmou.

Sobre a quantidade de atendimentos na unidade, Shairon disse que o hospital realiza em média mais de 100 atendimentos dia, além da realização de exames. “Os últimos atendimentos, os últimos registros, que nós puxamos no painel do hospital, nós constatamos que há uma média de 112 atendimentos por dia. Isso atendimento de porta de entrada isso sem contar com exames de apoio ao diagnóstico”, disse.

Por G1 CE

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